sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Só tem no Carnaval

Sou o contrário de muitas pessoas, não sou muito chegada ao Carnaval.
Não tenho o pique todo de ficar seguindo aquele trio elétrico com milhares de pessoas pulando, gritando e cantando. Não mesmo.
Mas no fundo, tenho de ser sincera, gosto de Carnaval. E muito.

É um dia que tem uma energia muito boa. O Carnaval traz consigo uma alegria que definitivamente não dá para recusar. Você acaba sendo hipnotizado por toda aquela multidão enfeitada, pintada e fantasiada e não tem jeito; quando você se dá conta já sabe quase todas as musicas de cor e cada noite que passa acordado não desperdiça um minuto.

Cada ano é um Carnaval diferente. Cada um com uma surpresa, com uma emoção. Não importa o que aconteça em qualquer Carnaval, não tenha dúvidas de que este será inesquecível.

Gente, estou correndo aqui, eu juro que responderei todos os comentários depois :)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Diferenças

É um dia normal.
Você acorda, se arruma, toma o seu café e sai para trabalhar, estudar ou seja o que for. Vai a pé já que é perto e assim aproveita para colaborar com mundo.
Tudo parece normal, até quando a primeira pessoa que cruza com você parece seu clone. Era o mesmo que estar se olhando no espelho. E isso acontece com as outras 150 pessoas que você encontra na rua.
Isso não é normal. Não mesmo.

Esses clones, ou até mesmo irmãos gêmeos que fugiram de casa quando você era pequeno, estão lá, e ainda estão. E com uma convivência monótona e extremamente irritante. É como se você conversasse com o seu reflexo no espelho.
Então você percebe o quão essas diferenças são importantes nas nossas vidas.

Você pode discutir, conversar, se apaixonar, ficar bravo. Você pode fazer qualquer coisa que você não faria com você mesmo, ou melhor dizendo, com uma pessoa totalmente igual a você.

Mas as diferenças só são boas, até um certo ponto, porque quando elas exageram, não são tão boas assim quanto parecem, mas isso, já é uma outra história.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Santa paciência

Cinco e meia da manhã aquele despertador apavorado não toca, grita. Levanto e faço toda aquela preparação para mais cinco horas sentada numa carteira azul, escrevendo sem parar o que aquela mulher de óculos e de avental fala.
Seis e vinte pego o ônibus, tive sorte de pegar um vazio e da minha mala não ter prendido naquela catraca minúcula.
Seis e trinta e cinco, o colégio vazio, só comigo, andando para lá e para cá procurando alguém para conversar.
Sete e dez é a hora em que a chatisse começa. Muita paciência agora.

E o dia passa, hora calma, hora agitado, hora estressante. Quem sabe, pode até ser um dia normal.

Uma e quinze da tarde. Chego em casa, AMÉM. Consigo ficar cinco minutos no meu mundo, sozinha, pensando, até que o telefone liga. Quem é? Quem mais poderia ser do que a minha mãezinha amada? E claro, depois do oi já vem 739 ordens para fazer. Um pouco de paciência e auto-controle para não desligar o telefone ajuda nessa hora.

Inglês, natação, teatro, trabalho voluntário, passear com o cachorro, brigar com a mãe, aturar trotes de pirralhinhos que não tem o que fazer, tentar quebrar o computador porque aquela droga de Internet não conecta.

Realmente, só um Buda da vida para aguentar isso com tanta paciência.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Última carta de amor

Você sabe que não sou muito boa em escrever cartas. Principalmente essas de amor. Para falar a verdade, não sei se você consideraria uma verdadeira carta de amor.
Na hora que eu mais preciso, as palavras fogem de mim, como se eu fosse maltratá-las. Mas eu sei tudo o que eu sinto por você, só não sei explicar. Espero que você me entenda.

Não quero nada muito clichê, porque definitivamente, eu acho uma coisa, digamos, não muito verdadeira. Então, se alguma coisa que você ler aqui, já ter lido em mais de cinco cartas, me perdoe.
Já tive vários amores, que pensei que todos seriam para sempre. E claro não foi - grande novidade.
Sinceramente, já me esqueci de todos. Todos mesmo. Mas também, quem liga para isso? Eu não, pelo menos, quando tenho você ao meu lado.

Parece que a minha vida é outra, que eu estou num mundo totalmente diferente quando estou com você. Nunca encontrei niguém que me fizesse tão feliz - mas que coisa clichê, eu juro que é a mais pura verdade.

A primeira vez que nos vemos, foi realmente inesquecível. Não posso me esquecer aquela noite em que saímos, e o carro quebrou em plena estrada, e tivemos de andar quase o caminho inteiro a pé. Aliás, tudo com você é inesquecível. E isso você já está cansado de saber.

Você mudou minha vida. Você mudou muita coisa em mim. Você mudou minha maneira de pansar. Você mudou minha maneira de ver o mundo. Você mudou a minha forma de amar.
Tenho certeza que daqui para frente não vou encontrar um parceiro, assim, como você.
Por isso, quero que quando você for, não se esqueça da chata que eu fui. Daquela que sempre brigava por você deixar espalhadas pelo nosso quarto, por você não ter lavado a louça no almoço de sábado, por você não ter dado comido para o Fred aquela noite. A única coisa que eu te peço, é que nunca se esqueça daquela que te amou da maneira mais sincera possível, daquela que lhe deu o seu coração.

Gente, só para avisar, mudei o endereço do meu blog (www.b-glad.blogdpot.com) . Então, quem tiver sei lá, o meu blog na lista de links e tal, se pudesse mudar ia me ajudar bastante. Obrigada gente :)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Malditos cinco anos a mais

Eles não se conheceram por esses bate-papos da vida. Se conheceram por um site de relacionamento. Ele era amigo de um amigo dela. Mas fácil dizer que se conheceram pela Internet.
Nunca tinham se visto pessoalmente.
Mas desde a primeira vez que conversaram, pareciam que eram velhos amigos. Impressionante a tamanha intimidade que tinham.

Claire gostava muito dele. Ela sabia que podia confiar.
Adam se sentia feliz ao conversar com uma moça tão engraçada como ela.
Ambos se gostavam muito, apenas como amigos. Nada mais além.
Queriam muito se encontrar. A vontade era tanta, que nada poderia impedir. Nada? Não. Tinha um detalhe que atrapalhava qualquer plano dos dois. Idade. Cinco anos de diferença. Isso não é problema quando um se tem 20 e outro 25 anos. Mas esse não era o caso deles. Claire tinha 15 e Adam, 20.
Com certeza ninguém da família de Claire aceitaria um relacionamento com tanta diferença de idade.

Adam era um rapaz que a respeitava, não tinha características para ser considerado um ''pedófilo''.
Eles sempre comentavam em ter um futuro juntos, se casar, formar uma família...Brincadeiras assim. Era uma só brincadeira. Mas no fundo, os dois sabiam que pelo menos metade de todos aqueles planos deveriam acontecer.

Passado alguns meses, quase se formando em um ano, Claire se sentia estranha.
Não parava um minuto de pensar em seu amigo. Queria saber se eles poderiam conversar naquela tarde; se ela poderia matar a saudade (mesmo falando com ele na noite anterior). Ela não sabia o que estava acontecendo. Na verdade, sabia. Só não queria aceitar. Ela não podia gostar de um cara cinco anos mais velho. Não queria esperar. Esperar e sofrer.
Ela tinha certeza que ele não gostava dela, aliás, nunca perguntara, e nunca perguntou. Não queria saber a verdade.
Claire decidiu esperar para ver se era algo passageiro. Mas não. Meses e meses e ela sentia a mesma coisa. Não falou para ele com medo de sua reação.

Adam, realmente não a amava. Mas sabia que ela era uma menina especial. Uma menina linda, carinhosa e merecia as melhores coisas do mundo. No fundo, ele queria ter alguma coisa com ela. E queria mesmo. Nunca conhecera uma menina tão, tão, diferente, como ela.

Anos se passaram, e por incrível que pareça, não perderam o contato.
Claire já tinha 19. Adam, 24.
Muitas coisas aconteceram na vida de cada um deles. Claire, não gostava mais dele. Sinceramente? Gostava. Só que ela preferia não pensar nisso e esquecer.
O tempo passou, e agora eles teriam a chance de se ver pela primeira vez. Marcaram o encontro.

Estavam muito ansiosos. Muito mesmo.
O dia havia chegado. Claire, passou horas se arrumando - como toda mulher - e Adam, é, ele também.

Claire estava alguns minutos atrasada, mas isso não foi problema quando seus olhares se cruzaram. Nunca, nunca tinham sentido isso na vida deles. Talvez nem mesmo vocês. Havia uma coisa que era muito, muito difícil de se explicar. Os corações aceleraram. Os olhos brilharam.
Se abraçaram como dois amigos que não se viam há muito tempo - na verdade, nunca se viram.

Passaram o dia inteiro juntos. Fora o melhor dia da vida dos dois.

E os encontros eram cada vez mais frequentes.
Até que um dia, o primeiro beijo aconteceu. Isso também foi outra coisa que , realmente, é muito difícil para alguém descrever.
Em meio a tanta magia, se apaixonaram. E não aguentaram esperar. Começaram a namorar, um namoro fiel, um namoro sincero. O mais bonito de todos os namoros.

A metade de seus planos já estava feita.

Post gigante,enorme, eu vi.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O brinquedo, o mundo

Temos o mundo em nossas mãos.
Podemos fazer o quiser com ele, qualquer coisa, tanto destruí-lo quanto preservá-lo.
É como se fosse um brinquedo. E é, só que um brinquedo real, um brinquedo que se não cuidarmos pode custar a nossa vida.
Alguns deixam aquele brinquedo jogado, e nem prestam atenção. Esquecem que ele existe. Mas isso logo muda, quando o mal estado do brinquedo está prejudicando a vida deles. Aí sim, eles saem correndo para ajudar a consertar, porque caso contrário, nem atenção dão.
Outros, bem mais conscientes, cuidam do brinquedo como se fosse eles próprios. E talvez seja disso que o mundo precise.

O mundo precisa de gente que cuida, que preserva, que não é egoísta. O mundo precisa de gente inteligente.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Cansei disso

Sinceramente, eu cansei. Cansei de dar o máximo de carinho e atenção para aqueles que pouco reconhcem.
É, isso vai ser um post-desabafo, desculpem.

Dou um abraço e recebo tapinhas nas costas. Eu odeio isso, para mim não existe coisa mais falsa. Pode até não ser de propósito, mas custa dar um simples abraço? Não é nenhuma equação de 4682 grau.

Quem sabe, o problema está comigo.
Sou grudenta? Sou carente? Sou ciumenta?
Pode até ser. Mas o que eu realmente acho que sou é carinhosa demais. Já tentei não ser assim, mas não dá, nasci com isso.

Dou um oi, e sou zuada. Não sou daquelas meninhas de cristal que não aceitam nenhuma brincadeira, não mesmo. Eu, particularmente, faço alguma também, mas não exagero a ponto de magoar os outros.

Mas como tudo é assim, e não dá pra mudar, o jeito tentar é aceitar.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Cão x Gato



Não estou com muitas idéias hoje, para falar a verdade :/
Mas domingo eu vi isso no Pânico na Tv, e nossa, ri muito.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Amantes de refrigerantes

Para mim, e acho que para a maioria da população é um vício que parece não acabar.
A cada gole mais vontade dá de ficar lá, bebendo, bebendo, até a garrafa acabar. E essa sede não tem fim, só aumenta. E aquele gostinho de refrigerante não sai da sua boca.
É todo dia, todo almoço, toda janta. É todo fim de semana, todo lanche. É o tempo todo.
Incrível como os refrigerantes tem esse 'poder' de ter prender a ele. Parece que a cada copo, a garrafa te olha, com aquele rótulo colorido, abre os olhos e diz: ''Você não vai me deixar naquela geladeira sozinha, não?''. E como você é uma pessoa de um ótimo coração faz questão de matar aqueles golinhos.

Para uns, é uma das melhores bebidas que poderiam existir, mas para outros, dá enjoo até de olhar.
Para uns não pode faltar na mesa, para outros um copo de suco natural ou até mesmo de água é o bastante.
Mas uma coisa que é para todos, ou melhor, todas, que bebem aquele delicioso refrigerante, não pode negar que eles acabam conosco. Nem preciso falar porque, realmente, isso é muito desanimador.
Somos tão carinhosos com cada lata de refrigerante, e em troca eles só diminuem nossa auto-estima.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Nos consome

Parece uma coisa que te consome por dentro, você não queria que aquilo tivesse acontecido mas não tem jeito de mudar. Tenta esquecer de n maneiras, mas nenhuma funciona. Desabafa com várias pessoas mas mesmo assim ele continua lá, como um vírus que não vai sair com absolutamente nada.
Culpa? Arrependimento.

Para mim é um dos piores sentimentos que possa existir, além do ódio, inveja, raiva etc.

É algo difícil de aceitar alguma coisa que você passou, mas depois, que você percebe as consequências, não tem idéia do quanto queria que aquilo não tivesse acontecido. Mas não tem jeito. Aconteceu. As coisas são assim, a vida é assim.
A gente só precisa saber enfrentar aquele arrependimento de frente, e esquecer. É passado.
Lembrar só das coisas boas é o que realmente importa.

O que realmente nos constrói é o agora, o presente é o mais importante.

Meio auto-ajuda, eu sei. HIHI :B

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Droga de inspiração

A folha estava em branco. Ela não fazia idéia do que escrever, mesmo depois de tanto tempo ao lado dele.
Ele era, de uma forma, muito especial a ela. O jeito que ele ria, com aquela risada escandalosa; o jeito meio preguiçoso; a forma como era carinhoso e sem dúvidas aquele abraço.
Palavras são muito complexas, e certamente, ela não era muito boa com elas. Tinha vergonha de escrever algo para ele, já que ele escrevia de uma maneira tão linda.
E decepcioná-lo era a última coisa que queria, afinal era o dia do seu melhor amigo, do seu irmão.

Passou horas tentando encontrar alguma bendita palavra, mas nada. Nada conseguia escrever.
Desistiu várias vezes, pediu ajuda, leu alguma coisa que havia recebido, mas nenhuma inspiração chegava.
As horas passavam e o desespero aumentava. O que iria escrever?
Nada. Não vai escrever nada.
Para quê? Será que ele merecia mesmo algumas palavras? Não, com certeza, não merecia

Por isso, ela saiu correndo, entrou em sua casa e deu lhe um forte abraço, dizendo 'Te amo muito meu amigo'.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Chuva nenhuma estraga

Para um dia de comemoração de três anos de namoro, o tempo não estava muito bom.
Rachel imaginava um dia de sol e quente, ao voltar para a sua cidade, afinal era verão. Luke queria viajar para praia, sair com a sua amada só para estar ao seu lado.

Ambos estavam morrendo de saudades, não se viam a mais ou menos quatro meses. Para eles era muito tempo. Todo dia de noite um ligava para o outro desejando um bom sono, e pedindo para que sonhasse com o outro. Quem via, devia imaginar que esse amor, seria eterno, sem dúvidas.

Rachel, já estava com as passagens na mão, e não via a hora de chegar em casa. A cada minuto dava um olhada no relógio, o tempo nunca passou tão devagar como passou aquele dia. Horas se passaram e voos eram cancelados. Cinco horas, seis horas. O voo estava atrasado havia muito tempo. Até que o que ela menos queria que acontecesse aconteceu. O avião não chegaria.

Droga de tempo.

A única coisa que podia fazer era ligar para Luke, dando a notícia. Nem preciso falar o quão ele ficou arrasado, mas estava decidido que nada o aborreceria.

Sozinho em casa, assistindo as tragédias causada pela tempestade Luke teve um idéia, não aguentava ficar mais um minuto sem ela.

Já não ligava se o tempo estava bom ou ruim.
Estava preocupado mesmo, era em ver sua namorada.
Foi no seu armário, pegou as chaves do carro e uma caixinha, e saiu correndo de casa.
O trânsito estava um inferno, mas nada melhor do que o caminhos alternativos. Onze horas de viagem. Era o que estava disposto a passar.

Ia escurecendo, a noite chegava e a chuva só aumentava.
Luke estava cada vez mais cansado, mas só em pensar em Rachel, já acordava.

Casa 122, estava lá a pessoa que mais queria ver.
A campainha tocou. Rachel ficou assustada, ninguém tocaria a campainha aquela hora, principalmente naquela cidadezinha.
Abriu a porta, um Boa noite saiu rouco, e ao coçar os olhos, e olhar para frente viu um cara agachado no chão. ''Quem é esse louco pelo amor de Deus? Ah eu não acredito, não pode ser ele''

- Luke?, foram as únicas palavras que conseguiu falar
- Rachel, você é parte de mim. Não preparei nenhum discursos para agora, esses termos podem ser todos muito clichês, mas isso é verdade. Viver sem você, é só estar vivo. Fica comigo para sempre. Quer comemorar as suas tão desejadas bodas de ouro comigo?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Qual é a sua embalagem?

Tem vezes que eu não sei diferenciar os humanos com as embalgens de qualquer produto que tem nos mercados.
Cada um tem sua marca, cada um tem seu rótulo.
Rótulos, famosos rótulos. Famosos e rídículos rótulos.

''Aquela é nerd; aquele é emo; o outro ali da esquerda, acho que tem cara de gay; e aquela menina ali da outra ponta, nossa, que brega!''

Sempre fui a CDF de quase todos os meus amigos. E sinceramente, nunca fui de me importar tanto com isso, aliás, por um lado até que é bom, não? Que bom que eu sou estudiosa e blá blá blá. Mas tem uma hora que tudo cansa. Eu até tirava sarro quando me chamavam de nerd, mas quando aquilo começou a passar do limite, tive que fazer alguma coisa. Não, não explodi, nem começei a gritar com todo mundo mandando me aceitar do jeito que eu sou. Só dei um toque para ver se eles poderiam para com aquela coisa toda. Adiantou alguma coisa? Muito não, mas um pouco.
Mas isso não foi motivo para eu me mudar completamente. Não parei de estudar, não fiquei de recuperação, nada disso. Só parei um pouco de falar sobre assuntos assim toda hora.

Tem gente que até gosta da sua embalagem, outros nem ligam. Já se você é um daqueles que ligam, é sempre bom rever o que fez para estar com esse rótulo (: