sábado, 21 de março de 2009

Na naturaza selvagem ao lado dele

Estava extremamente ansiosa, iria fazer minha primeira entrevista.
Comecei a preparar tudo, até que a hora chegou. Fui até a casa dos McCandless pensando em tudo que iria falar. Iria conversar com Christopher McCandless, que após terminar a faculdade com as melhores notas decidiu andar por aí. Mas seu objetivo principal era chegar no Alasca.

Chistopher, quando você decidiu sair de casa, você pensou em todas as consequências que poderia passar?
Na verdade, não. Estava cansado de ver todo dia meus pais discutindo por motivos pequenos e resolvi largar tudo. Resolvi nascer de novo, tanto é que mudei o meu nome. Aprendi que em vez de amor, que dinheiro, do que fé, do que fama, do que justo... é preciso a verdade.
Quem você acha que aproveitou mais: Alexander Supertramp ou Christopher McCandless?
Os dois tiveram uma vida muito diferente. Alexander se aventurou mais, ele não dava valor para dinheiro, queria viver independente do que as pessoas pensassem. Já Christopher tinha tudo para ser feliz, porém sua família pensava que o dinheiro era o que mais importava para a vida de seus filhos, o que na verdade não é bom.

Você se arrependeu de ter feito o que você fez? Voltaria atrás?
No começo, não. Estava achando tudo muito bom. Conheci ótimas pessoas e com cada uma aprendi uma coisa. Mas quando decidi voltar para casa, quando já estava no ônibus mágico, e não consegui, senti um arrependimento sim. Porém lembrei de tudo o que havia passado e isso não merecia arrependimento algum.

Quando estava no ônibus mágico, tinha dificuldade para se alimentar?
Não muito, lá sempre tinha animais. Só que a pior parte, era justamente essa, matá-los.

Por que quando você estava bem doente você assinou os recados que havia deixado no trailer com o seu nome verdadeiro?
Lendo um livro, aprendi que não devemos chamar as coisas pelo seu nome de mentira e sim pelo verdadeiro. Eu não era Alexader Supertramp. Ele era apenas um personagem. Eu sou Christopher McCandless.

Você se contraria dizendo para Ron Franz que não é preciso de relacionamentos humanos para se feliz pois Deus já nos dá o que é preciso e logo depois diz que a felicidade só é real quando compartilhada. Por quê?
As pessoas precisam se ajudar, elas precisam de amor, de atenção. Estando só na natureza, você não consegue isso.

O que você aprendeu com tudo isso?
Aprendi que nossa vida é feita de escolhas e eu fiz a minha, viver na natureza selvagem.


E foi aí que ao conhecer uma das pessoas que eu mais admiro, eu acordei, HIHI.

10 comentários:

Iza Q. disse...

ficou ótimo! Muito bom mesmo! haha
Adooorei essa pauta, deu asas à nossa imaginaçao, né mesmo?
:)
claro que pode, menina. Tá linkada lá no meu blog.
Besitos mil

Sabrina Paiva !!! disse...

Que legal essa entrevista hehe...Adorei!Fiquei um tanto intrigada com a vida dele hehe.
Beijinhos fofa!
Xau

Sabrina Paiva !!! disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sabrina Paiva !!! disse...

Ah, eu gostaria de dar a você o selinho "Seu blog me faz sorrir", por que eu acho ele muito interessante e sempre me faz sorrir.
Bye

Paula disse...

Que experiência bacana, muito bem!
Tem sessão nova lá no "Canetas Coloridas".
Bom fim-de-semana!
Bjos,
Paulinha

Fernanda disse...

que entrevista linda,nos chama atenção da primeira a ultima linha^^

Carolina P. disse...

TIINHA QUE SER A MINHA IDENTICA!
Meu, eu gravei um DVD com esse filme e to assistindo quase todo dia pelo menos uns pedacinhos. ai ai ai, como eu quero essa vida que ele teve.
já decidi, em vez de jornalista, vou ser hippie, vou ser viajante. só vou ser *-*

mesmo porque 'carreira é uma invenção do século XX' né amiga?
ah, mas que saudade eu sinto de você sua looira !

Camille disse...

Quanta criatividade, adorei!!
Adorei seu blog tb!!
=*

pedro dias disse...

Muito bom! =D sorry a ausência, mas fiquei sem net, estou de volta!

Gabriele disse...

Hiper criatividadee! Encontrei seu blog no site da Capricho e adorei, parabéns :D