quarta-feira, 29 de julho de 2009

Busco a razão

Hoje eu percebi que a vida não é só sorrisos. A vida não é só sair com seus amigos, ficar em casa com a família ou até mesmo algumas frases prontas e clichês, como as que eu estou fazendo agora.
Viver é mais do que cantar, gritar de raiva, amar e chorar. Viver é mais do que alguns "simples" sentimentos.

Talvez eu tenha demorado um pouco para perceber que eu tenho obrigações; que eu tenho uma missão a cumprir aqui. Essa é a razão da vida. Não levar tudo como se fosse qualquer brincadeira, mas também não levar tudo a sério.

Viver é, sem dúvidas, uma aventura constante. É uma busca. Viva para um ideal, para buscar uma alegria, para buscar um amor. Não vive só por viver. Viva para saber por quê.

Agora, porque estou falando esse monte de bobagens? Também não entendo muito bem. Até agora estou tentando descobrir. Afinal essa é a razão da vida. Não é?

Meio depressivo, né?

terça-feira, 28 de julho de 2009

That 70's Girl!

Ela é magra, tem um corpo invejado por muitos, é ruiva de cabelo bom, tem senso de humor, é esperta, inteligente e como se não bastasse é forte e corajosa. Ela vive na melhor época onde todos só estão preocupados em sair, beber e se divertir; onde a paz e o amor são tudo.
Seus amigos podem até ser meio bobões, mas sem dúvidas a faz rir e estão sempre prontos para ajudá-la independente da situação. Estão sempre juntos, se reunindo no porão de Erin, seu namorado (E ela tem namorado!), onde qualquer coisa pode acontecer.

Ela é bonita, inteligente, é amiga do Michael Kelso, ou melhor dizendo: do Ashton Kutcher e ainda por cima vive nos anos 70. Tenho que explicar mais por que eu escolheria ser Donna Pinciotti?

Desculpa repetir o assunto é que da outra vez, eu fiz errado para o Tudo de Blog ._.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Irmãs?

Nós brigamos o tempo inteiro. Qualquer bobagem já é motivo para discussão.
Ela não quer me emprestar sua blusa; eu não vou dar o meu gloss novinho a ela.
Por que ela quer tanto que eu passeie com o cachorro sendo que ela não está fazendo nada? Só assistindo mais um capítulo daquela novela sem graça.
Carambra ela não sai do meu quarto. Tudo bem, agora é que eu não vou sair do dela.
Ela tem tanta roupa e mesmo assim não me empresta nenhuma? Que horror.

Juro que não sei como eu (ainda) consigo viver com ela. Por incrível que pareça, nós não somos aquelas irmãs adoslecentes brigando para mudar a estação de rádio; somos mãe e filha. E por mais que não pareça também, a gente se ama. E muito.

domingo, 26 de julho de 2009

Desejo de fofura

Se pudesse escolher viveria numa floresta. Não necessariamente mágica, apenas com árvores, bichos, insetos, flores e colméias, principalmente colméias.
Minha vida seria bem tranquila: teria os melhores amigos e viveria as melhores aventuras.
Ficaria longe de problemas e não pensaria em nada que fosse me tirar do sossego. Não perderia meu tempo me preocupando com meu peso por tanto mel que eu viveria comendo, muito menos em comprar um blusa de uma outra cor. A minha única preocupação seria apenas em estar com meus amigos.
Seria o urso mais fofo de todos; o urso mais amado. Se pudesse escolher, seria, sem a menor dúvida, o fofo urso Pooh.

sábado, 25 de julho de 2009

Quem é Jason?

Não sei se você perceberam, mas ultimamente eu ando bem revoltada, não é? Pois é. E a única coisa que me resta fazer é desabafar aqui pra vocês, hihi.

Hoje, nesse meu sábado tedioso, estava vendo uns blogs-amigos (Que expressão mais brega) por aí. Até que eu fui no O Fantástico Fusca Verde, que tá tendo um tal de Fusca Fight, que é uma competição entre cantores e bandas, se quiser saber mais é só dar uma olhada lá. Até aí tudo bem. Até eu começar a ler os comentários para saber quem estava ganhado (Sim, eu contei os votos): o Jason ou a Katy. E adivinha quem estava ganhando? Tanãã: A Katy, é óbvio. Mas o problema não é esse; tá pode até ser, mas na verdade o problema é que lendo cada um daqueles comentários as pessoas perguntavam e falavam: Quem é esse Jason?; AFF, ele só fez sucesso por causa da novela; Todo mundo só conhece uma música dele...

AAAAAAAAHHHHHHH!

Juro que fiquei muito brava. Isso, brava por alguém que nem me conhece. Mas ele é o Jason, gente. JASON MRAZ. As músicas dele são muito boas e são mesmo. E não é só porque ele eliminou a Colbie que ele deixa de ser bom ¬¬
Ele já ganhou vários Grammys e além disso é uma boa pessoa (Tá eu não conheço ele pra falar isso, mas parece). Pra quem não sabe, o primeiro sucesso de Jason não foi I'm Yours, foi a música The Remedy, que está no primeiro álbum dele Waiting For My Rocket To Come. Ele nasceu no dia 23 de junho de 1977, já foi casado com a Sheridan Edley Mraz (Não me pergunte quem foi) e atualmente está solteiro EBA! Eu tenho chances!, mas dizem que ele está namorando com uma mulher que eu não me lembro o nome. Enfim, se quiser saber mais coisa o Google está aí :)

Vocês devem pensar que realmente, eu sou uma idiota e que não tenho motivos para ficar revoltada. Tá, mas eu sei os meus motivos. Eles podiam se informar pelo menos para saber quem ele é. Mas isso não vai mudar nada, então eu vou continuar aqui, escutando as boas músicas dele, e deixar que essa revolta passe. E se vocês não conhecem o Jason, tudo bem, eu perdoo vocês.


quinta-feira, 23 de julho de 2009

Segunda Família

Sei que não estava aqui no dia do amigo, mas mesmo assim vou fazer a minha homenagem atrasada.

Hoje em dia a gente comemora tudo, né? Dia dos pais, dias das mães, dias do índio, da avó, dia de tudo. É óbvio que no meio de tantos dias, tinha que ter o dia do amigo. Afinal, amigo que é amigo está conosco para tudo. Ele nos aguenta nos nossos momento de raiva; ele ri das nossas piadas sem graça; ele nos ajuda desde uma escolha de roupa até para estudar; ele é verdadeiro. O amigo se emociona ao ver uma homenagem a ele, mesmo sendo clichê como essa. O amigo nos ama.

A gente pode ter vontade de espancar aquele cara quando ele faz alguma coisa errada, quando ele esquece de alguma coisa importante, mas logo depois se lembra de que se ele não estiver aqui, você não será nada. Caso ele não estiver ao seu lado, você vai ser uma simples pessoa que não tem carinho quando precisa, que não tem sorrisos quando se está triste, que não tem cuidado quando se está em perigo. É uma pessoa incompleta.

É por isso que eu cuido da minha segunda família como se fosse um tesouro. Porque sem eles eu não seria metade do que eu sou.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Revolta Ecológica

Isso pode parecer falso, ou até mesmo mentira (É a mesma coisa né?), mas não é: eu me preocupo muito com o meio ambiente, de verdade. É por isso que eu reciclo os materiais, não desperdiço alimentos, não gasto energia à toa e assim vai. Pena que não são todos que têm essa mesma vontade de melhorar o planeta.

Pois é, ontem à noite eu e os meus pais passamos no super mercado pra comprar algumas coisas, nada de mais. Depois de um bom tempo, finalmente, fomos ao caixa. Ajudei a tirar e a por as compras no carrinho, enquanto o moço as colocava nos saquinhos, já que sou uma boa moça e mentira.
É claro que você deve estar pensando que se eu realmente me preocupasse com o meio ambiente eu usaria as tais ecobags. Isso é verdade, e eu tenho uma desculpa (verdadeira, é óbvio) para isso: Meus pais deixaram e sempre deixam em casa.
Mas voltando ao caixa do super mercado, o que realmente me revoltou foi o moço que colocava as compras nas sacolas (Até hoje eu não descobri o nome dessa profissão, mas enfim). Sim, foi ele. O tal moço colocava dentro de UMA sacola só uma caixinha disso que agora eu esqueci o nome ; sem contar as trinta sacolas que ele colocava uma da outra só para colocar duas garrafas de refrigerante. Era um desperdício total.

Será que essas pessoas só pensam em onde vão colocar o lixo de casa? Porque pra querer tanta sacolinha só pode ser isso, né? Ás vezes me pergunto (Nossa, que coisa mais poética), se elas se preocupam com as próximas gerações que virão a morar aqui. Isso se o mundo não acabar antes, com tanta falta de cuidado.

Eu JURO que vou responder todos os comentários assim que eu voltar :D

terça-feira, 14 de julho de 2009

Paris Hilton's My New BFF

Como toda segunda à noite, eu estava em casa, assistindo MTV. Até aí tudo bem, quer dizer, até o Furo MTV acabar e começar Paris Hilton's My New BFF. Já que as gêmeas Ikki, acabaram, então só me resta assistir esse programa. Não deve ser tão ruim.


Pena que eu estava bem enganada. Primeiro que ela, a linda e absoluta Paris, se apresenta bem assim: ''Sou herdeira, atriz, cantora, milionária...''
ATRIZ? CANTORA? COMO ASSIM? Então me desculpem, porque se ela é uma (boa) cantora eu posso ser a rainha do pop, não? -n

Eu fiquei impressionada como o jeito dela agir. Ela começou a descrever os participantes estúpidos - porque para querer ser amigo da Paris tem que ser um idiota mesmo - como se ela fosse a melhor de todas. Coitada, porque ela não é. E eu tenho bons motivos:

1. Ela não repete roupa. Que coisa mais ridícula! Enquanto tem gente sem dinheiro, passando fome, ela gasta dinheiro comprando roupa para usar UMA vez e depois joga fora.
2. Ela só sabe ir à festas, ficar bêbada e sei lá mais o que.
3. Ela se auto denomina CANTORA e ATRIZ. Eu sei que ela já gravou um CD, mas sei lá né.
4. Ela é tão legal que precisa fazer um programa para conseguir ter uma melhor amiga.
5. Ela disse que para ser a melhor amiga dela tem que ser que nem um CACHORRINHO. COMO ASSIM? Compra um escravo então sua tonta.

Enfim, eu me revoltei com a vontade daqueles seres querendo e fazendo de tudo para deixar a Paris satisfeita e feliz.
E por favor, pelo amor que você têm a sua vida, não gaste seusprecioso tempo vendo.esse programa. Agora, se você ama a Paris e faria de tudo por ela - até ser a sua BFF - me desculpe, a minha opinião, é insiguinificante. Ai meu Deus, onde esse mundo vai parar?

domingo, 12 de julho de 2009

A missão continua

Em meus treze anos de vida, nunca viajei para a Europa, Índia, ou para qualquer outro lugar do mundo... só para os Estados Unidos, mesmo assim, não me lembro de nada. Maaas, eu fiz uma viagem na qual tenho certeza que seria melhor do que qualquer outra: para o Vale do Ribeira; um lugar pobre, com famílias grandes e péssimas condições financeiras, mas cheio de lições de vida preciosas.

Acordar cedo em plenas férias; ficar cinco dias sem comer carne; pegar uma estrada toda esburacada todas as manhãs... todo esse esforço foi recompensado pela alegria das crianças que brincávamos.

Não sei quais palavras usar para descrever tamanha emoção que foi a viagem. Nunca recebi tanto carinho em tão pouco tempo. Cada bilhete, cada cartinha, guardo como se fosse um tesouro, sério.
Ao sair da escola com milhões de beijos e abraços, é uma sensação que não dá para explicar, é algo único. O jeito pelo qual me apeguei as crianças foi inacreditável.
Cuidava delas como se fossem meus irmãos, só queria vê-los felizes, afinal, essa era a minha missão.
Alan, meu bebê *-*

Cinco dias cheios de brincadeiras, sorrisos, conversas e principalmente amor, passaram rápido e o pior momento de todos havia chegado: a despedida. Mais beijos, mais abraços, mais cartas e muito, muito choro.
Saímos de lá cheio de tristeza e com uma saudade e tanto, por ter que deixar nossos ''irmãozinhos''. Mas saímos de lá como uma gratidão enorme pela lição que cada uma daquelas crianças nos ensinou e pela alegria que elas nos proporcionaram.

A galerinha lá no Batatal, onde é a escola em que visitávamos :B

Podemos não estar mais lá com elas agora, mas a missão continua.

Créditos para o início do post: Ana Clara F :B

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O amor eterno

Isabelle não aguentava mais escutar as ordens daquela "coroa de meia idade". Quem ela pensava que era para ficar gritando, fazendo o maior escândalo e ainda por cima atrapalhar sua vida?
Queria fugir dali o mais rápido possível. Não ia aguentar morar com a sua mãe até completar seus tão esperados 18 anos de idade. Exatamente, Isabelle repetia todos os dias que não amava mais sua mãe.

Passaram-se meses e as brigas, os gritos, os chiliques eram cada vez mais frequentes. Ninguém aguentava mais. Foi então, naquela noite, que Isabelle decidiu fugir. Pegou uma mala pequena, jogou algumas roupas, pegou o resto da sua mesada, um livro, seu celular e se foi, sem deixar nenhum aviso. Queria que sua mãe sofresse mesmo.

Começou sua "jornada" toda alegre, pensando como seria bom ficar longe do mundo, longe de qualquer problema (Lê-se sua mãe). Nunca esteve tão empolgada nos últimos meses,
Na primeira semana, ela ainda estava bem animada, encontrando os amigos e conhecendo novas pessoas.
Na segunda, um pouco cansada.
Na terceira, foi roubada por dois meninos menores que ela.
E na quarta já estava desesperada.

Não aguentava mais ver pessoas em quem achava que podia confiar, se aproveitando dela, sem nenhuma misericórdia. Talvez ela nunca desejasse tanto estar em casa novamente. Então, decidiu voltar.
Com o pouco de dinheiro que sobrara pegou um ônibus e depois saiu a procura do caminho que a levaria até a sua casa. Depois de muito andar, reconheceu os prédio velhos e mal pintados, a padaria e até mesmo aquela vendinha que costumava ir com a sua mãe comprar doces. Abriu um sorriso, mas logo uma lágrima caiu ao lembrar de tudo que havia feito à sua mãe. Como pode ter sido tão cruel?

Estava em frente a sua casa, mas faltava muita coragem para entrar. Deixou o orgulho, o medo e qualquer outra coisa de lado e entrou. Foi correndo em direção a sala. Lá estava sua mãe, pronta para um abraço e a dizer a frase que mais precisava:
- Eu te amo minha filha, não importa o que aconteça.

Então Isabelle percebeu que ninguém, ninguém mesmo poderia substituir ou quem sabe destruir com o amor que a sua mãe tinha. E ela seria eternamente grata a isso.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

5 livros para ler nessas férias - nerd.

Férias chegou, todo mundo feliz, sem fazer nada... Sempre a mesma coisa.
E como eu sou uma menina bem desocupada e sem ideia nenhuma sobre o que escrever no meu blog querido, eu resolvi falar sobre alguns livros que eu li e recomendo pra todo mundo, ÊÊÊ \O/ E se essa crise de falta de inspiração vier novamente, eu vou fazer o mesmo, só que com outras coisas, bem legal, né? Não.

1. Férias - Marian Keyes
Ganhei esse livro de aniversário e sinceramente? É o meu favorito. Foi o primeiro livro que eu li da Marian Keyes e me apaixonei.
A história é de Rachel Walsh, uma toxicomana que vai à uma clínica de reabilitação, o Claustro. No começo ela não gosta da ideia, mas após se imaginar dentro daquelas banheiras de hidromassagem, pensa que pode ser uma coisa boa. Chegando lá encontra todos os tipos de pessoas, e qualquer coisa a faz lembra de seu ex-namorado Luke Costello. Mas para tentar esquecê-lo, Rachel se aproxima de Chris, um rapaz que na verdade, não aparenta ser o que realmente é. É no meio desse romance todo que ela consegue se transformar numa Rachel totalmente diferente.


2. O Incrível Livro de Hipnotismo de Molly Moon - Georgia Byng
Molly mora no orfanato Lar Vidadura, que só pelo nome já dá para perceber que lá as coisas não são fáceis. A única pessoa que a faz alegre é seu melhor amigo Rocky. Mas após uma briga entre os dois, ele é adotado por uma família americana e vai morar numa cidade bem longe dali e Molly não faz ideia como faz para encontrá-lo.
Após ir na biblioteca de sua cidade, encontra um livro de hipnotismo que pode ajudá-la a encontrar seu melhor amigo e até mesmo colocá-la numa aventura e tanto.


3. Segredos da Escola - Louis Sachar
Já li duas vezes, poxa.
Laura é uma menina que cumpre a promessa de nunca mentir, mas verá como é difícil guardar segredos assim. Após comprar um boné num brechó, decide criar um clube secreto: Cidade dos Porcos. Para garantir que os integrantes não revelarão, cada um deles terá de colocar um segredo constrangedor dentro dentro de uma caixa. Porém, os problemas começam quando Gabriel, um colega de classe, manda um bilhete à ela, dizendo que sabe tudo sobre o clube, o que é mentira. Mas ele não imaginava que Sheila modificasse tudo o que ele havia escrito. É aí, que após esse mal entendido surge a Cidade dos Macacos.


4. Melancia - Marian Keyes
Clarie Walsh, da mesma família de Rachel *-*, está gravida parecendo uma melancia. Já no hospital, no dia do nascimento de sua filha, Clarie recebe a notícia de que seu marido, James, tem um caso com outra mulher há meses. Desesperada, Clarie volta depressiva para casa de seus pais e, com dificuldade, tentar recomeçar a sua vida. Depois de dias sem tomar banho, ela repensa e começa a melhorar. Nesse momento, James reaparece dizendo que quem ele sempre amou foi ela. Mas ele não sabe que Claire tem uma surpresa.


5. A Lenda do Violeiro Invejoso - Fábio Sombra
Li em 2007 e amei de verdade. Pena que eu não lembro de nada ._.








E são esses livros que na minha opinião, são ótimos. Espero que tenha ajudado a tirar um pouco o tédio, porque pra mim até que funcionou :)

domingo, 5 de julho de 2009

Amor de irmã não tem fim

No começo, a gente não se desgrudava, sabe? Saíamos todo fim de semana; nos telefonávamos todo dia, mesmo tendo acabado de se ver no colégio. Ela sabia todos os meus segredos e eu sabia todos os segredos dela. Éramos e ainda somos que nem irmãs.
Nunca ninguém viu a gente brigar e muito menos já escutou uma falando mal da outra. Com a gente era assim: não escondia nada, falava na cara mesmo! Modéstia a parte, nossa amizade era de se invejar. E foi o que várias pessoas fizeram, inventaram boatos, fizeram de tudo para nos separar, mas nada deu certo. Ainda bem.

Mas durante toda essa convivência, devo admitir que certa horas eu me irritava bastante. Nós tínhamos outras amigas, não vivíamos no ''nosso mundo''. Então pra que essa irritação? Algumas manias, alguns defeitos; o que todo mundo tem. Admito que já desejei estar longe de lá, só para não falar besteira. Eram cinco minutos de stress e logo passavam. Passavam só de eu lembrar que amiga como a que eu tenho, talvez nem na outra vida eu encontraria; passavam só de eu imaginar se alguma outra amiga, colega, seja que for, faria o que ela faz por mim.

Toda aquela irritação passava só por ela me dar um abraço e dizer que eu sou a melhor amiga dela.