domingo, 31 de janeiro de 2010

O último de dia de férias

Dia 31 de janeiro. Domingo. Um dia bem deprimente para muitos, creio eu; afinal amanhã é segunda-feira, primeiro dia do mês de fevereiro, o que significa para mim e muitos outros o primeiro dia de aula. O primeiro dia de aula que vai abrir, no mínimo, 200 dias cheios de estresse, de correria, de puro estudo. Duzentos dias totalmente cansativos.
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Sinceramente? Eu não vejo a hora para isso. Estou louca para rever minhas amigas, para saber quais serão os professores que eu vou xingar e - brincadeira, hihi, para ter algo a fazer e não morrer de tédio como eu estou há mais de um mês.
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Férias são maravilhosas e isso eu não posso negar. Mas tudo tem um certo limite, né? E como eu sou um ser humano, uma mera mortal (muito nerd neste caso) eu não vejo a hora de voltar as aulas. Mesmo sabendo que logo depois de três semanas eu vou querer férias outra vez.
Gente to passando aqui muuito rápido, então os comentários vou responder amnhã! :D

sábado, 30 de janeiro de 2010

Minha sorte com templates

Desde o momento em que fiz o meu blog, tá, alguns meses depois, saí a procura de templates. Sempre queria um que tivesse a minha cara, que combinasse com o meu jeito de escrever, que ficasse bom no meu primeiríssimo e único blog. Mas realmente não foi tão fácil quanto parecia. Primeiro porque não sabia como colocar um novo template no meu blog, segundo que sempre que eu conseguia achar um, tinha alguma coisa que não me agradava. Diante disso, entrei numa depressão profunda e me senti obrigada a ficar com o modelo básico, que também não é nada horroroso.

Mas hoje finalmente minhas preces foram atendidas e com ajuda da minha best friend forever, rere, Ana Clara, consegui um que me agradasse totalmente. Não vou negar que sempre tem aquela insegurança para saber se os outros vão gostar - admito que a opinião alheia me afeta, sim, rere - e tudo mais... Mas espero que você tenham gostado e ficado feliz porque finalmente eu saí daquela mesmisse, hihi :B

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Parabéns atrasado Fred, rs.

Foi no dia 26 de janeiro de 2003 que um acontecimento muito importante aconteceu: o Fred nasceu! rimou, rs.
Eu o conheci com poucos meses, quando ele ainda era um bebê - mesmo ainda sendo um para mim - e devo dizer que sem ele minha vida não seria a mesma.
Aprendi muitas coisas com ele. Aprendi como é bom ter sempre alguém ao seu lado quando você mais precisa, mesmo que esta não diga uma palavra. Aprendi como é bom estar sempre feliz. Aprendi que guardar rancor é algo um tanto inútil. Aprendi que não se deve pegar as coisas dos outros e destruí-las, e claro, fazer xixi no quarto da minha mãe, rs.

Passamos por várias crises, para falar a verdade. Mesmo ele sendo o meu melhor amigo, não dava a devida atenção a ele, não cuidava dele, era uma péssima amiga. Ainda bem que reconheci o meu erro e pude corrigí-lo a tempo (Para mais detalhes, clique aqui).

E é isso. Hoje posos dizer que tenho o melhor cachorro do mundo. O cachorro mais mimado, mais carinhoso, mais fofo, mais parceiro. E eu o agradeço todos os dia por nunca ter me abandonado.

Parabéns Fred e obrigada por tudo, hihi. \o/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Alice e seu amor

Quando finalmente Alice estava entrando para o último ano do colegial ela recebeu a notícia de que teria que mudar para outra cidade. Seus amigos, suas histórias, seus lugares favoritos, sua vida naquela cidade de onde nunca saiu teria que ser deixada, inclusive, o principal: o seu único amor . Um amor no qual ninguém acreditava, todos achavam que era pura besteira. Mas os dois sabiam que não era.
Seu mundo desabou em um minuto. Não queria ir, não podia sair de lá. Mas não tinha escolha, teria que recomeçar sua vida.

E recomeçou. Um começo péssimo devo lhe dizer. Alice não sentia mais nada, apenas tristeza e solidão, com excessão de uma coisa: o seu amor continuava o mesmo.

A cada dia que passava, mais longe ficava, mais sozinha se sentia. Ela era só uma metade, estava incompleta. E assim ficou durante os dois últimos anos.
Alice estava cansada de, mesmo nos raros momentos de alegria, sentir que algo estava faltando.

Um dia, em meio a tantas correspondências, recebeu um vale-jantar para aquela noite em um restaurante que diziam ser espetacular.
- Deve ser alguma brincadeira, será que vale?, pensou.
Mas ela foi mesmo com medo, mesmo estando sozinha. Seria bom pra ela pensar, refletir sobre a vida e fazer coisas que ela não fazia há muito tempo.



Realmente o restaurante era maravilhoso. Lustres de cristais espalhados por todo o teto, tapete de persa da mais alta qualidade, espelhos enormes preenchiam as paredes de cores neutras, cadeiras que além de serem lindas, eram extremamente confortáveis.

E assim passou a noite, no meio de todo aquele luxo. Tudo estaria perfeito se não fosse por um único detalhe: estava sozinha. Foi aí que ela pensou em tudo que havia passado, infelizmente, seu eterno amor não durou como prometido, por mais que ela ainda o amasse. Afinal, ele nem deveria estar pensando mais nela porque...
- A senhorita gostaria de uma sobremesa? - perguntou aquela suave voz que a fez interromper seus pensamentos
- É... Não muito obr...
Era ele. O seu amor que um dia juraram nunca mais se separar. A pessoa que ela mais amava. A sua metade, o seu coração. Ela sabia que ele nunca a deixaria, em hipótese alguma.

Lá estavam os dois naquela noite que aparentava ser só mais uma sozinha. Lá estavam os dois mais apaixonados do que nunca.
Lá estavam eles que, para quem olhava, eram somente duas pessoas. Mas no fundo, eles sabiam que eram um só.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um pensamento sobre chuvas

Desde quando os grande escritores foram nascendo, crescendo e ganhando montes de dinheiro com seus livros que só aqueles com uma uma inteligência superior podem compreender, chuva é sinômino de tristeza. Inclusive nas nivelas e filmes: a mocinha acabou de levar um fora do namorado cachorro e depois de chorar litros ela sai andando quando os primeiros pingos começam a cair e nem dois minutos depois sua chapinha está sendo destruída com aquele temporal. Ah, e os quilos de maquiagem também.
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Mas, como sempre, eu não acho isso. Claro que também não é sempre que chuva é alegria, assim como sol também não. O problema é que esse povo tem mania de generalizar. Não é só porque a chuva não é iluminada e cheia de pássaros cantando no ar que significa tristeza e pura depressão. Muito pelo contrário.
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Acompanhe comigo: você está na rua a ponto de cortar seus pulsos, seja lá o motivo, e começa a chover. Uns chorariam mais e sairiam correndo pra casa e outros, como eu, se enfiariam no meio da chuva gelada. E suja. Um banho natural, ué. E cada vez mais os pingos caem fortes e rápidos, você abre os braços, começa a rodar, as pessoas na rua te olham como se você tivesse um problema realmente sério. Mas.. e daí? Enquanto a chuva cai, seus problemas vão juntos e quando você volta pra casa sem receios, sem mágoas e sem tristezas, percebe que está com uma gripe e tanto.
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Mas desde quando uma gripezinha vai atrapalhar aquela sensação de que tudo de ruim passou? Tá. Algumas dores no corpo, mas deixa pra lá.
Desculpa se ficou enorme, me emploguei. rs

domingo, 17 de janeiro de 2010

Meu sonhado presente de 10 anos

Antes mesmo de comemorar os meus 10 anos de vida já estava decidida sobre o que pedir: uma babá adolescente sem paciência com crianças e má. Extremamente má. Não, eu não tinha problemas psicológicos. E nem tenho. Ainda.

O que eu realmente queria era chamar atenção do Mundo das Fadas para eu ser presenteada com dois Padrinhos Mágicos! Imaginem que sonho? Ser acompanhada para cima e para baixo, ora com lápis falantes ora com dois cachorros coloridos que conversavam comigo e até mesmo com dois peixinhos de estimação.

Cada pedido seria realizado... nenhum sonho estaria longe o bastante. Seria a criança mais feliz do mundo! Mas quando crescesse, não teria a mesma oportunidade de ter dois padrinhos tão carinhosos, atenciosos, legais e... mágicos comigo. Mas isso não seria problema, um simples pedido de ter sempre 10 anos seria a solução!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Como o oceano

Acho engraçado como cada pessoa encara a sua vida. Vida. Para cada um o sentido muda, a direção é outra, as escolhas são diferentes.

As vezes uma simples aventura onde ninguém tem preocupações e muito menos sabem o que é ter uma. Se libertar, ser livre, assim que se vive. Estar solto e sair por aí fazendo inúmeras bobagens.
Quem sabe a vida é um caminho perigoso, sem placas e sem indicação alguma. Você faz o caminho por si só e ninguém sabe onde chegará. Muito menos você.
Porém a vida é bem mais simples do que qualquer coisa que se possa imaginar. A vida é como o oceano, linda e tranquila. Podemos estar em perigo com as tempestades, com as enormes ondas que nos derrubam; mas logo levantamos, o sol nasce e vemos o quão é bela aquela imensidão azul: tão claro, tão puro e ao mesmo tempo tão complexo. É assim que é a vida.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O primeiro post do ano

De uma maneira bem pessoal (tentando ser o menos chata possível) vou lhe dizer como é horrível você querer muito escrever e não saber como.















Pronto. E eu não sei dizer o quão é horrível sentir isso.
Péssimo post para o primeiro do ano, não?