terça-feira, 20 de dezembro de 2011




Eu, como um medíocre narrador, e mais ainda, como um pobre admirador de cenários que nada fazem parte de minha vida, confesso que, há uns dias, assisti a cena mais bela de minha vida.              
De amor, eu evito ao máximo falar. Afinal, para que narrar histórinhas que tantos já estão cansados de ler? Gosto de ter minhas palavras admiradas, não lidas de forma corriqueira e, inevitavelmente, esquecida num piscar de olhos. Não. Estas devem ser contempladas, assim como qualquer outra. Perdoem-me a distração, mas a questão é que aquele casal, de fato, prendeu o meu olhar.
Quem passasse por ali, talvez, pouco perceberia o casal... ordinário (Mas que calúnia!). Pobres pessoas distraídas, mal sabiam o que perdiam.
Sentados, inexplicavelmente, dançavam ao som de uma suave melodia que estava sabe-se lá onde. Estaria eu ficando louco? É isso que pensa? Imagina! Mas eu vi, e somente eu, enxerguei a simplicidade e a vontade de acompanhar a tal valsa através daqueles dois sorrisos.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Duvido um pouco.

Eu não entendo.
Algumas pessoas (de bom coração) dizem admirar a minha forma de escrever (e neste momento eu me gabo por alguns instantes).
Mas logo depois, chego a duvidar.
Afinal, todos, de certa maneira, conseguem escrever.